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Assembleia Geral para aprovar a pauta de reivindicações

Grande Assembleia
Sexta-feira - Dia 30/9 - 18 horas
Marreta: Rua Além Paraíba, 425 – Lagoinha  (próximo a Rodoviária)

É hora de elaborarmos a nossa pauta de reivindicação e partir pra luta! Como todos os anos, é difícil para os trabalhadores arrancarem seus direitos. A patronal fala de crises e usam a política de arrocho e miséria, implantada pelos gerentes de turnos, antes Dilma e agora Temer para não darem o nosso aumento.
A nossa campanha desse ano se dá em meio a uma crise moral, econômica e política e se não ficarmos unidos, nem mesmo a inflação poderemos arrancar, pois sempre alegam que é o salário do trabalhador que gera crise e inflação. Salário não gera crise, o que gera crise é o roubo do dinheiro público e o que quebra empresa é bancar times de futebol e regalias para atletas “pernas de pau”, enquanto arrocham o nosso salário.
Quantas empresas estão dando prejuízo aos trabalhadores e estão envolvidas em escândalos como “Mensalão, Lava-jato e etc.” e agora querem dar o cano nos trabalhadores?
O gerente de turno Michel Temer, quer acabar com a Previdência Social, FGTS, aumentar ainda mais a jornada de Trabalho, passando para 12 horas de trabalho diárias e falam que isso é “reforma trabalhista”. Não podemos admitir, por isso estamos com a nossa Campanha Unificada com todos os sindicatos de Minas, junto à Federação.
A patronal teve 10 anos de mercado aquecido, deitaram e rolaram com lucros altíssimos, beneficiados por governos corruptos, que favoreceram nas licitações e obras bancadas com o nosso dinheiro do BNDES, FAT, FGTS e Caixa Econômica e os trabalhadores além de não terem nenhum ganho real em seus salários, foram colocados em situação análoga a de escravo, só o Marreta arrebentou vários cativeiros. Por isso, venha participar da nossa Assembleia Geral, para discutir e aprovar a nossa pauta, para enfrentar os patrões gananciosos e organizar a nossa classe contra o desemprego, a carestia de vida e não
aceitar nenhum corte de direito conquistado com muita luta.
Venha participe:

Grande Assembleia
Sexta-feira - Dia 30/9 - 18 horas
Marreta: Rua Além Paraíba, 425 – Lagoinha  (próximo a Rodoviária)

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Vallourec investigada na “Lava-Jato” manda PM jogar bombas
em operários demitidos irregularmente

 Na quinta-feira, 8/9, um dia após a suposta independência do Brasil, o expoliador monopólio francês Vallourec ordenou a policiais da PMMG a jogar bombas contra 94 operários que exigiam o pagamento de seus salários e acertos rescisórios surrupiados pela empresa em conluio com sua terceirizada ilegal há mais de 40 anos, Urb Topo. O atentado terrorista da PM contra os operários ocorreu em frente a portaria 4 da Vallourec, antiga Mannesmann, na avenida Olinto Meireles, quando os operários se deslocavam em passeata para a portaria 5, exigindo o devido pagamento dos seus direitos.

Policiais da tropa de choque do 41º batalhão da PM lançaram bomba e apontaram escopetas e brandiram outras armas e cassetetes contra os pais e mães de família que exigiam o pagamento dos seus salários e direitos roubados pela empresa e que tinham em suas mãos apenas suas carteiras de trabalho sem baixa da empresa. Muitos desses operários trabalham há mais de 20 anos na usina do Barreiro e alguns até há mais de 30 anos.

“Trabalhei 23 anos aqui dentro, nunca faltei, o primeiro emprego meu foi a Urb Topo e agora fui mandado embora igual cachorro. A empresa ficou de pagar nós... não pagou o adiantamento, não pagou nada. Estou há quase dois meses sem receber nada. Contas de água, luz, tudo atrasado. Estou com muitos débitos no cartão de credito e medo de ficar com o nome sujo!”, protestou um dos operários irregularmente demitidos e oprimidos pela Vallourec.

O riquíssimo e explorador monopólio francês Vallourec, envolvido em contratos bilionários com a Petrobras, em financiamentos bilionários do BNDES e propinas distribuídas para políticos; dá o calote em operários e ainda manda a PM jogar bomba nos trabalhadores expoliados. A empresa é investigada na chamada “Operação Lava-Jato”, mas dado o seu poder de corrupção e de mando, tem o seu nome e diretores preservados.

A Vallourec e a Urb Topo estão dando em 94 operários irregularmente postos para fora da área da empresa no último dia 28/7. Eles não tiveram baixa nas carteiras profissionais, o devido acerto rescisório e sequer o pagamento de salários, fornecimento da cesta básica, acesso ao seguro-desemprego e saque do FGTS.

Já o riquíssimo monopólio francês Vallourec junto com o grupo  japonês Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation (NSSMC), construiu sua nova siderúrgica em Jeceaba com recursos totalmente oriundos do BNDES (o valor absurdo de R$ 1.650.982.233,00). Teve a aprovação de um financiamento de R$ 449 milhões em 22/12/2009 e investigada na "Operação Lava Jato", foi a maior destinatária de recursos das pedaladas no BNDES, com com R$ 1.001.982.233 em 2014, e R$ 200.000.000 em 2015.

A Vallourec foi a maior beneficiada em contratos com a Petrobras (53% do total de contratos da Petrobras em 2015) no valor de R$ 10,2 bilhões.

Os policiais militares que participaram da repressão aos operários receberam lanche composto de sanduiches e refrigerantes fornecidos pela Vallourec em frente a portaria 5, no momento em que os operários se concentraram para esperar a não vinda resposta da empresa.
Os operários estão decididos a impedir o assalto ao fruto do seu trabalho que vem sendo usufruído pelos seus exploradores, a Vallourec/Mannesnn e Urb Topo. “Continuaremos mobilizados exigindo o que é nosso!” Essa foi a decisão dos operários da Urb Topo, com o apoio e a simpatia de todos os trabalhadores da Vallourec/Mannesmann e todo o povo da Região do Barreiro.
A Vallourec e a Urb Topo têm de pagar aos operários!

 

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Marreta arrebenta mais um cativeiro em Nova Lima

 

No dia 9 de junho/2016, a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Belo Horizonte e região - Marreta descobriu e arrebentou mais um cativeiro em Nova Lima, onde foram encontrados seis operários em condição de escravidão, entre eles três haitianos. No início eram 19 operários, hoje restam 6 que resolveram denunciar a situação a que foram submetidos.

Os operários provenientes de Pernambuco e do Haiti denunciaram que trabalhavam em troca de comida e que haviam sido aliciados em São Paulo pela“gata” Wzf Construções Eireli com endereço à Rua Expedito de Oliveira Santos, 771, Parque Santo Antônio - São Paulo. Os operários afirmaram que o aliciador prometeu um pagamento de salário superior a R$3 mil reais para o serviço de construção de uma fábrica em Nova Lima, para a transnacional Stevanato, grupo italiano de embalagens e marcas para laboratórios – com sede em Padova, próximo à Veneza. A fábrica fica de frente ao luxuoso condomínio Alphaville, na MG 030, em Itabirito, região metropolitana de Belo Horizonte.

Quando começaram a trabalhar na obra a conversa dos encarregados da WZF foi outra. Descontaram os gastos da viagem de São Paulo a Minas, rebaixaram a carteira e passaram a não pagar os salários. Os trabalhadores também não tiveram direito a baixada (visita a família) sendo alojados em condição precária, sendo a comida fornecida "muito ruim, apenas arroz e feijão, sem mistura". Os trabalhadores se viram forçados a colher frutos em um abacateiro localizado próximo ao alojamento para reforçar a "bóia". Nessa verdadeira senzala não pode chover senão molha tudo devido as goteiras e infiltrações. Não existe guarda-roupas nem armários no local, sequer água filtrada ou bebedouro.

A situação de escravidão desses companheiros operários é mais uma demostração da condição semicolonial e de semifeudalidade do país e põem em xeque este velho e podre Estado burguês/latifundiário à serviço do imperialismo. Essa obra, mais um empreendimento do grupo italiano Stevanato representa um dos tentáculos da dominação imperialista em nosso país.

Vejam o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=_2EfPODG7Cs

 

 

 

 

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CCT 2015 - 2016

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Contra proposta patronal foi aprovada pelos operários em assembléia dia 01.03.2016

Tabela explicativa do piso salarial

Pisos a partir de 1º de novembro de 2015
Servente ......................................R$ 926,20
Vigia ......................................R$ 957,00
Meio-Oficial ...................................... R$ 1.067,00
Oficial ......................................R$ 1.416,80

Pisos a partir de 1º de fevereiro de 2016
Servente ......................................R$ 965,80
Vigia ......................................R$ 998,80
Meio-Oficial ...................................... R$ 1.113,20
Oficial ......................................R$ 1.478,40

As diferenças salariais deverão ser pagas em duas parcelas, sendo a 1ª parcela em 7% retroativos à 1º de novembro de 2015 e pagos até o 5º dia útil de Abril de 2016.
A 2ª parcela de 4,4% retroativos à 1º de fevereiro, que devem ser pago até o 5º dia útil de Maio de 2016
Para quem recebe até 5 mil, terá o reajuste de 7% retroativo à 1º de novembro e mais 2,6% retroativos à 1º de fevereiro de 2016.
Para os que ganham acima de 5 mil, será acrescido em seus salários R$ 350, 00 retroativos à 1º de novembro e mais R$ 100,00 a partir de 1º de fevereiro, nos mesmos prazos estipulados acima.

Horas Extras:
As Horas Extras continuam em 100% e todos os operários que trabalharem aos sábados, devem ter as horas pagas neste percentual, ou seja: FIM DO TRABALHO OBRIGATÓRIO AOS SÁBADOS.

Depreciação de ferramentas: 
Para pedreiros, carpinteiros, armadores, pintores e eletricistas – R$ 10,21
Para azulejistas, marmoristas, soldadores e bombeiro – R$ 8,39

Seguro de Vida em Grupo:
R$ 24,166,52 – em caso de morte do empregado por qualquer causa, independente do local ocorrido.
E também por invalidez permanente, por acidente ou doença (total ou parcial).
R$ 12.083,23 – em caso de morte do cônjuge (Esposa ou Marido) por qualquer causa.
Até R$ 6.041,61 – auxílio funeral especial, para custeio com as despesas do sepultamento.

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CCT 3º grupo

CCT 2015/2016 - Cal e Gesso

CCT 2015/2016 - Cerâmica e Olaria

CCT 2015/2016 - Mármore e Granito

CCT 2015/2016 - Produtos de Cimento

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

 


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